• Francisca Benvenuto

Quem é igual no mundo dos iguais, é simplesmente mais um!



Nunca no mundo se falou tanto de padrão e de regras a se seguir para se destacar. Padrão de linguagem, padrão de comportamento nas redes sociais, regra para ganhar seguidores, "siga esses passos e conquiste o seu primeiro milhão", mas a dúvida que fica é: as pessoas que conseguem conquistar o sucesso realmente seguem padrões? Elas fazem igual a todo mundo? E se você que está lendo acha que faz: então porque elas conseguem e as outras pessoas não? Sorte? Acho que não.


A verdade é que quem é igual no mundo dos iguais, é simplesmente mais um. Quem conquista o sucesso, quem consegue se destacar, quem tem autoridade é quem é autêntico, quem é diferente. E ser diferente não é pintar o cabelo de roxo ou pendurar uma melancia no pescoço: é ser quem é, é mostrar para que veio, é ser simplesmente alguém que não passa despercebido e que os outros vão sempre lembrar. Quer entender mais sobre como fazer isso? Então vamos para alguns exemplos!


Elvis Presley, Pitty, Fred Mercury, Mamonas, Raul Seixas, Amy Winehouse. O que eles têm em comum? Foram/são referência no que fazem. Mas porque eles são referência? Porque se destacaram tanto? Porque são autênticos, não é mesmo? E a autenticidade deles faz com que as produções deles sejam diferentes das de outros artistas, por exemplo, do mesmo gênero. Enquanto quando alguém ouve uma música criada pela Amy Winehouse, sabe que, há muitas outras artistas no mesmo estilo musical, mas que ela é diferente mesmo sendo do mesmo estilo, porque ela não captava as letras ou a melodia em outros artistas: ela se concentrava nela. No que ela tinha dentro dela, no potencial dela, e assim produzia.


O mesmo exemplo serve, por exemplo, para a Princesa Diana. Ela fazia parte da família real, precisava seguir inúmeros padrões, regras, de uma família super tradicional. Mas ainda assim conseguiu se destacar e ser amada pelo mundo todo até hoje. Como? Sendo autêntica. Ela era ela. Não era o que os outros queriam ou o que os outros eram. Ela apertava na mão de pessoas com AIDS sem luvas, algo que, no tempo, era considerado um absurdo. Essa ação dela fez com que a luta contra o preconceito com pessoas com AIDS se tornasse algo muito maior, ganhando engajamento social.


A Princesa Diana, tal como você ou qualquer um, não precisou de muito para se destacar: ela precisou apenas ser humana. Apenas seguir o coração. Apenas optar por ser ela, porque

ser ela já era bom, já era o suficiente. Já era incrível. Então enquanto você continuar sendo o que todos são, provavelmente não vai se destacar na multidão. É muito cômodo ser o que os outros querem que a gente seja. Mas no final você vai ser só mais um. Perdido. No meio de tantos outros. E que graça tem?


Por isso, a minha dica de hoje é para você trabalhar o que há de melhor dentro de você. Se você fizer sempre as mesmas coisas, obterá sempre os mesmos resultados. Se você fizer diferente, vai obter um resultado diferente. Cabe a você filtrar o que é e o que não é bom em seus comportamentos diferentes, para que o resultado diferente seja positivo.


Francisca Benvenuto

Mentora Especialista em Gestão de Pessoas por Competências


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